Adolfo Sachsida é cotado para o Ministério da Fazenda em eventual governo Flávio Bolsonaro
Ex-ministro e economista surge como o nome preferido do ex-presidente Jair Bolsonaro para liderar a pasta econômica caso seu filho vença o segundo turno.
O economista Adolfo Sachsida desponta como o principal favorito do ex-presidente Jair Bolsonaro para assumir o comando do Ministério da Fazenda caso seu filho, Flávio Bolsonaro, vença o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o dia 25 de outubro de 2026. A articulação ocorre em meio à disputa eleitoral que posiciona Flávio na liderança do pleito, enquanto analistas e investidores acompanham de perto os sinais sobre a condução fiscal e o futuro de empresas estatais.
A preferência de Jair Bolsonaro por Sachsida foi divulgada inicialmente na imprensa, apontando que o economista já teria entregado um pacote com duzentas propostas de governo elaboradas com o auxílio de voluntários. Nem Sachsida nem a campanha oficial de Flávio Bolsonaro comentaram publicamente sobre a escolha do futuro ministro da Fazenda, ressaltando que eventual nomeação caberá exclusivamente ao candidato caso saia vitorioso nas urnas.
Com formação em economia e direito, além de doutorado pela Universidade de Brasília e carreira no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Sachsida integrou a gestão anterior como chefe da secretaria de política econômica e, posteriormente, como ministro de minas e energia. O perfil técnico e a proximidade com o ex-presidente o colocam no centro das discussões sobre os rumos da economia nacional para o próximo mandato.
Em relação às estatais, Sachsida declarou recentemente que um eventual governo liderado por Flávio Bolsonaro não planeja privatizar o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal ou a Petrobras. A manifestação busca tranquilizar o mercado e afastar especulações, embora o programa de campanha preveja diretrizes gerais para a revisão de empresas estatais dependentes do Tesouro Nacional.
No plano fiscal, as propostas atribuídas a Sachsida indicam foco na redução de excessos e corte de despesas públicas sem a criação de novos tributos, propondo a diminuição do número de ministérios e a imposição de limites salariais no topo do funcionalismo público. A equipe também avalia um ajuste fiscal expressivo para equilibrar as contas públicas em um prazo de aproximadamente dezoito meses.
Enquanto a corrida eleitoral se afunila para o confronto definitivo no final de outubro, o mercado financeiro e os investidores internacionais monitoram as composições ministeriais como termômetro da responsabilidade fiscal e da estabilidade regulatória. A definição final, contudo, dependerá exclusivamente do resultado das urnas no próximo dia 25.
Fontes consultadas
- Sachsida Tipped for Finance, Runoff 25 Oct riotimesonline.com
- Gigi Hadid, Kylie Jenner, Barbara Palvin light up Victoria’s Secret Fashion Show 2026 indiatoday.in