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Saúde

Criança é picada por escorpião em escola de São José do Rio Preto

Aluno do primeiro ano foi socorrido e passa bem após incidente que mobilizou autoridades sanitárias locais.

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Criança é picada por escorpião em escola de São José do Rio Preto
Criança é picada por escorpião em escola de São José do Rio Preto

Um estudante do 1º ano da Escola Municipal Halim Atique, situada no Jardim Belo Horizonte, em São José do Rio Preto, foi picado por um escorpião na manhã de uma segunda-feira. O animal peçonhento foi localizado entre os brinquedos da sala de aula, conforme informações divulgadas pela direção da unidade de ensino municipal.

Após o ocorrido, o aluno foi rapidamente encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte. No local, a criança recebeu assistência médica necessária e ficou sob observação. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, o estudante passa bem.

Como medida preventiva imediata após o incidente, os brinquedos da sala de aula foram recolhidos e o espaço passou por uma rigorosa limpeza. A direção da escola acionou prontamente a Vigilância Ambiental para inspecionar o local e verificar a possível presença de outros animais peçonhentos.

A equipe da Vigilância Ambiental realizou a inspeção escolar ainda no mesmo dia, fornecendo orientações pertinentes e adotando as providências cabíveis. Como continuidade do trabalho de monitoramento, uma busca ativa noturna foi programada para vistoriar e acompanhar a unidade.

As autoridades sanitárias alertam que o período atual apresenta maior incidência de acidentes envolvendo escorpiões, exigindo cuidados redobrados tanto em residências quanto em instituições de ensino. Entre as recomendações para evitar a proliferação desses animais estão a manutenção de ambientes limpos, a eliminação de entulhos e a vedação de frestas e ralos.

No âmbito municipal, dados oficiais indicam que São José do Rio Preto registrou 1.783 casos de picadas de escorpião entre os meses de janeiro e setembro, sendo nove ocorrências classificadas como graves. O volume de registros apresentou um acréscimo de 367 casos em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Em paralelo aos cuidados locais em escolas, a questão dos riscos sanitários relacionados a animais peçonhentos também tem mobilizado debates legislativos em outras regiões. Recentemente, a Câmara Municipal de Londrina realizou uma audiência pública para avaliar um projeto de lei que propõe alterações no Código de Posturas, visando autorizar a entrada compulsória de agentes em imóveis abandonados com infestações de escorpiões ou focos de dengue.

Fontes consultadas

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