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Brasil

Incidente em forno industrial e reabertura de crematório marcam o tema

Ocorrências recentes envolvem o superaquecimento de um equipamento em Bento Gonçalves e a retomada das atividades de um forno crematório em Reggio Emilia.

Por 2 min de leitura

Incidente em forno industrial e reabertura de crematório marcam o tema
Incidente em forno industrial e reabertura de crematório marcam o tema

Um forno de fusão de metais em uma empresa de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, provocou uma grande quantidade de fumaça na madrugada de quarta-feira (7), após permanecer ligado em potência máxima. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta de 0h40 para atender a ocorrência na Rua Joana Guindani Tonello, localizada no bairro Licorsul.

Para acessar o interior do estabelecimento comercial, que estava fechado, a equipe de resgate precisou realizar uma entrada forçada utilizando ferramentas hidráulicas no portão principal e interno. Os bombeiros localizaram a origem da fumaça em um forno de fusão, desligaram o sistema elétrico e acionaram o exaustor do maquinário para auxiliar no resfriamento.

O superaquecimento decorreu do fato de o equipamento ter ficado operando na capacidade máxima de forma ininterrupta. Não houve registro de feridos na ocorrência. Após o controle da situação, os agentes ventilaram o ambiente para eliminar os riscos e orientaram o proprietário sobre a importância de avaliações de segurança e da realização de manutenção preventiva antes da retomada das atividades.

Enquanto isso, no cenário internacional, o forno crematório do cemitério de Coviolo, em Reggio Emilia, na Itália, voltou a funcionar de forma estável após passar por dez meses de inatividade e manutenções corretivas. A paralisação da unidade mais moderna havia gerado transtornos para as famílias da região.

A alta demanda pelo serviço de cremação, opção escolhida por aproximadamente 75 por cento das famílias na região da Emilia-Romagna, havia sobrecarregado o equipamento municipal, que pertence à prefeitura e exigiu investimentos de cerca de 250 mil euros em reparos. Durante o período em que o forno principal permaneceu inoperante, os moradores locais precisaram recorrer a instalações em províncias vizinhas, como Modena e Mantova.

Com a normalização do serviço em Coviolo, o forno mais antigo da mesma unidade foi desativado de maneira definitiva. A máquina anterior era mantida como reserva técnica, mas acabou aposentada em razão da idade avançada e da obsolescência tecnológica, encerrando sua participação nos serviços funerários locais.

Fontes consultadas

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