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Brasil

Jovem de 26 anos é assassinado a tiros em Cachoeirinha

Crime ocorreu na madrugada desta sexta-feira nas proximidades da prefeitura municipal e é investigado pela Polícia Civil.

Por 2 min de leitura

Jovem de 26 anos é assassinado a tiros em Cachoeirinha
Jovem de 26 anos é assassinado a tiros em Cachoeirinha

Um jovem de 26 anos, identificado como João Vitor Benites Giordani, foi morto a tiros na madrugada desta sexta-feira na Região Metropolitana de Porto Alegre. O crime aconteceu por volta das 2h, na esquina da Avenida General Flores da Cunha com a Rua Tamôios, nas proximidades da prefeitura de Cachoeirinha.

De acordo com informações preliminares da Brigada Militar e registros de câmeras de monitoramento, a vítima estava em uma loja de conveniência e conversava com um grupo de pessoas na calçada quando dois suspeitos chegaram ao local a bordo de uma motocicleta. Os criminosos efetuaram diversos disparos de arma de fogo na direção do jovem, que estava encostado em um veículo.

Outra pessoa que também estava no alvo dos tiros conseguiu escapar sem ferimentos. Após o ataque, os atiradores fugiram rapidamente em direção ignorada. Quando os policiais militares chegaram ao endereço, João Vitor já estava sem vida.

O trecho da avenida precisou ser parcialmente bloqueado para o trabalho das equipes de segurança e da perícia técnica, sendo totalmente liberado por volta das 5h. A Polícia Civil assumiu a investigação do caso para apurar a motivação do homicídio e identificar os autores, que ainda não foram localizados.

Em outra frente policial envolvendo o município de Cachoeirinha, um policial militar acusado de envolvimento no desaparecimento de sua ex-mulher e dos ex-sogros passará por uma avaliação psicológica. O exame administrativo, conduzido pela Junta Policial-Militar de Saúde, pode influenciar os rumos de um Conselho de Disciplina que avalia a possível exclusão do militar da corporação.

O investigado responde na esfera criminal por crimes que incluem feminicídio, homicídio qualificado, ocultação de cadáveres e fraude processual, referentes ao desaparecimento de Silvana de Aguiar e de seus pais em janeiro. As defesas dos suspeitos negam as acusações e aguardam a conclusão de novas perícias.

Fontes consultadas

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