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Novo filme de Street Fighter estreia com US$ 51 milhões no mundo

Adaptação do clássico jogo da Capcom liderou a bilheteria global no primeiro fim de semana, mas ficou abaixo das projeções iniciais.

Por 2 min de leitura

Novo filme de Street Fighter estreia com US$ 51 milhões no mundo
Novo filme de Street Fighter estreia com US$ 51 milhões no mundo

A adaptação cinematográfica da franquia de jogos "Street Fighter" estreou no topo das bilheterias globais no último fim de semana, acumulando US$ 51,1 milhões em arrecadação mundial. Dirigido por Kitao Sakurai, o longa de ação faturou US$ 31 milhões no mercado norte-americano, em 3.575 salas, e outros US$ 20,1 milhões em dezenas de territórios internacionais, incluindo o Brasil.

Apesar de garantir a liderança e superar produções concorrentes nos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá, o resultado comercial ficou aquém das expectativas da indústria, que projetava uma estreia mundial situada entre US$ 70 milhões e US$ 75 milhões. O orçamento de produção da obra é estimado em US$ 82 milhões.

No cenário internacional, o desempenho variou bastante conforme a região. No Brasil, o filme registrou uma bilheteria de US$ 1,2 milhão. A produção também obteve bons números em mercados como o Reino Unido, com US$ 3,3 milhões, México e Austrália. Por outro lado, países europeus como a França apresentaram bilheterias mais contidas devido a fatores locais, enquanto no Japão, país de origem da franquia, a arrecadação ficou na quinta posição.

O elenco da nova aposta cinematográfica reúne nomes conhecidos e artistas marciais, trazendo Andrew Koji no papel de Ryu, Noah Centineo como Ken Masters e Callina Liang como Chun-Li. A história acompanha os antigos amigos Ryu e Ken em um confronto após serem convocados para um torneio por Chun-Li, contando ainda com exibições em salas IMAX que somaram US$ 7,7 milhões ao total global.

A recepção da imprensa especializada tem sido dividida, registrando avaliações majoritariamente negativas entre os críticos, mas com uma resposta mais favorável por parte do público fã dos jogos eletrônicos. Analistas do mercado cinematográfico apontam que, embora o patamar inicial não tenha alcançado o otimismo máximo das projeções, a receita gerada em janelas secundárias, como o streaming, deve ajudar a cobrir os custos de produção da Legendary e da Capcom.

Com uma trajetória iniciada nos fliperamas em 1987 e milhões de cópias comercializadas ao redor do planeta, a marca tenta obter nos cinemas um sucesso comercial duradouro que suas adaptações anteriores, lançadas nas décadas passadas, não conseguiram consolidar plenamente.

Fontes consultadas

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