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Economia

Ações da Chevron sobem em Nova York após alta do petróleo

Papéis da petroleira avançaram 2,88% em meio à valorização da commodity e tensões no Oriente Médio.

Por 2 min de leitura

Ações da Chevron sobem em Nova York após alta do petróleo
Ações da Chevron sobem em Nova York após alta do petróleo

As ações da Chevron registraram alta de 2,88% na bolsa de Nova York, impulsionadas pela valorização dos preços internacionais do petróleo e pela escalada das tensões geopolíticas no Oriente Médio. O movimento positivo no setor energético ocorreu em um pregão de queda generalizada para os principais índices acionários norte-americanos.

O índice Dow Jones recuou 1,23%, fechando aos 52.215,16 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 0,52%, para 7.623,68 pontos. O índice tecnológico Nasdaq também encerrou a sessão no campo negativo, com baixa de 0,21%, pressionado por incertezas contínuas em torno dos investimentos bilionários em inteligência artificial e dos custos associados à infraestrutura do setor.

Apesar do cenário desfavorável para empresas de tecnologia e tradicionais de telecomunicações, o segmento de energia do S&P 500 destacou-se positivamente com um ganho de 2,51%. Além da alta expressiva da Chevron, a concorrente ExxonMobil também apresentou desempenho favorável, registrando valorização de 2,79% no mesmo pregão.

A alta nas cotações do petróleo bruto reflete os temores dos mercados globais em relação a possíveis perturbações no fornecimento global, agravadas pelos conflitos na região do Oriente Médio. Analistas apontam que a instabilidade internacional costuma elevar os preços das commodities, beneficiando diretamente grandes produtoras do setor.

Enquanto as petroleiras avançavam nos Estados Unidos, o mercado global de energia acompanhava outros desdobramentos relevantes no setor, incluindo o desempenho recorde de produção da Petrobras no Brasil e os resultados operacionais divulgados por prestadoras de serviços petrolíferos, como a SLB.

O comportamento dos papéis da Chevron e de outras empresas do ramo continua atrelado aos desdobramentos macroeconômicos internacionais, à volatilidade da cotação do Brent e às decisões de oferta das principais potências produtoras de petróleo para os próximos meses.

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