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Brasil

Governo esclarece que Programa de Sapadores Florestais não é carreira

Secretário de Estado afirmou que a iniciativa é um protocolo e não se confunde com a Força de Sapadores Bombeiros.

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Governo esclarece que Programa de Sapadores Florestais não é carreira
Governo esclarece que Programa de Sapadores Florestais não é carreira

O secretário de Estado das Florestas declarou recentemente que o Programa de Sapadores Florestais não constitui uma carreira profissional, diferenciando a iniciativa da Força de Sapadores Bombeiros Florestais, que se encontra integrada no Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

A declaração ocorreu na Figueira da Foz, no litoral do distrito de Coimbra, durante uma sessão de entrega de equipamentos. Interpelado por um profissional sobre a regulamentação da carreira, o governante argumentou que o programa consiste em um protocolo estabelecido entre o instituto e as entidades gestoras de equipas.

Segundo o representante do governo, a confusão em torno do tema deve ser tratada no âmbito dos bombeiros municipais e da proteção civil. Ele frisou que se tratam de esferas completamente distintas e que não devem ser agrupadas no mesmo conjunto.

Apesar de afastar a classificação como carreira, o secretário destacou que a administração tem mantido diálogo com o sindicato representativo da categoria para discutir valorizações e demandas dos profissionais. Ele também mencionou um incremento na dotação financeira destinada a centenas de equipas em todo o território continental.

Como parte das ações de prevenção contra incêndios rurais e gestão territorial, a cerimônia na Figueira da Foz incluiu a cedência gratuita de tratores para sete municípios da região. Os veículos foram repassados em regime de comodato por meio de um programa nacional financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

Autoridades locais presentes no evento ressaltaram a importância da chegada dos novos meios para o atendimento contínuo das necessidades florestais ao longo de todo o ano, e não apenas nos períodos considerados mais críticos para o surgimento de focos de incêndio.

Fontes consultadas

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