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Brasil

Prefeito de Belo Horizonte repudia vandalismo no Clube da Esquina

Memorial localizado no bairro Santa Tereza amanheceu coberto de tinta vermelha e caso é investigado pelas autoridades policiais.

Por 2 min de leitura

Prefeito de Belo Horizonte repudia vandalismo no Clube da Esquina
Prefeito de Belo Horizonte repudia vandalismo no Clube da Esquina

O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, manifestou repúdio nesta semana aos atos de vandalismo cometidos contra o memorial do Clube da Esquina, situado no encontro das ruas Paraisópolis e Divinópolis, no bairro Santa Tereza, na Região Leste da capital mineira. O monumento amanheceu manchado com tinta vermelha, atingindo diretamente as placas dedicadas aos artistas que integram a história do grupo musical.

Por meio de um vídeo veiculado nas redes sociais, o chefe do executivo municipal classificou o memorial como um dos principais patrimônios culturais da cidade, de Minas Gerais e do país. Damião garantiu que o autor da ação será identificado e responsabilizado, adotando um discurso firme contra a prática na administração municipal. "Clube da Esquina, um dos principais patrimônios da história cultural de Belo Horizonte, de Minas e do Brasil. Vieram aqui e jogaram essa tinta aqui para poder vandalizar o que é de Belo Horizonte", declarou o prefeito.

A gestão municipal reforçou que adota uma política de tolerância zero voltada para pichadores e vândalos que danificam bens públicos e espaços de relevância cultural. Durante a inspeção no local, foram encontrados um recipiente de tinta e uma luva deixados no chão. Até o momento, o responsável pelo dano não foi localizado pelas autoridades.

As investigações sobre o caso já estão em andamento sob a responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais. Registros de câmeras de segurança nas proximidades capturaram a passagem de um homem vestindo touca preta por volta das 4h50, embora a gravação não exiba o instante exato em que o ato de vandalismo foi executado.

O Bar e Museu Clube da Esquina também se manifestou oficialmente sobre o episódio por meio de suas redes sociais, definindo o ocorrido como um ato doloroso. Na nota, a instituição apontou que a ação representa um desrespeito não apenas à estrutura física, mas a um símbolo fundamental da música e da cultura brasileira.

Em esclarecimento técnico, a Fundação Municipal de Cultura pontuou que o monumento está inserido no perímetro do Conjunto Urbano Bairro Santa Tereza, que conta com proteção do Patrimônio Cultural Municipal, embora a estrutura isolada não possua tombamento individual específico.

Fontes consultadas

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