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Saúde

Treino de barre mistura balé e pilates para fortalecer o corpo

Modalidade utiliza a barra de apoio e acessórios para trabalhar resistência muscular, postura e flexibilidade.

Por 2 min de leitura

Treino de barre mistura balé e pilates para fortalecer o corpo
Treino de barre mistura balé e pilates para fortalecer o corpo

A modalidade conhecida como barre tem ganhado espaço como uma alternativa de treinamento que vai além da dança clássica. A prática utiliza uma barra de apoio para realizar exercícios que exigem controle corporal, reunindo referências do balé, do pilates e de treinamentos de força.

De acordo com a instrutora Noelia Dehesa, em entrevista ao veículo La Nación, a atividade reinterpreta a essência da dança e a combina com alta intensidade voltada para a resistência muscular, cargas moderadas e ritmo dinâmico. O formato contemporâneo, chamado de functional barre, também emprega acessórios como halteres, faixas elásticas e bolas para intensificar o esforço físico.

Durante as sessões, a barra assume diferentes papéis além de reproduzir movimentos artísticos. O equipamento serve como suporte para garantir estabilidade, auxiliar na manutenção do alinhamento postural e permitir maior controle durante a execução de alongamentos profundos.

A estrutura de uma aula geralmente começa com movimentos de mobilidade e preparação corporal. Na sequência, os exercícios passam a exigir de regiões como pernas, glúteos, braços e core. A etapa final costuma incluir pranchas no colchonete, além de momentos reservados para o relaxamento e o alongamento.

Apesar da aparência leve decorrente de movimentos pequenos e controlados, a prática exige bastante da musculatura por meio de sequências repetidas e exercícios isométricos. A modalidade também demanda forte concentração, já que postura, respiração e movimento precisam ocorrer de forma coordenada.

A história do treinamento remonta à década de 1950, na Europa. A técnica foi desenvolvida em Londres pela bailarina alemã Lotte Berk após sofrer uma lesão na coluna. A partir de sua própria recuperação, ela integrou elementos da dança clássica a exercícios focados na estabilidade e no fortalecimento corporal, base que evoluiu para os formatos praticados atualmente.

Fontes consultadas

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