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Zelensky condena ataque russo à energia e critica suspensão de sanções pelos EUA

Presidente ucraniano alertou sobre os impactos dos bombardeios às vésperas do inverno e classificou como lamentável a decisão americana sobre restrições à economia russa.

Por 2 min de leitura

Zelensky condena ataque russo à energia e critica suspensão de sanções pelos EUA
Zelensky condena ataque russo à energia e critica suspensão de sanções pelos EUA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou neste sábado que a Rússia executou uma ofensiva de grande proporção contra o setor energético ucraniano, atingindo mais de 15 instalações em todo o território nacional. Segundo o mandatário, a intensidade e a frequência contínua dos ataques voltados à infraestrutura básica têm provocado consequências severas para a população.

Dados divulgados pela Força Aérea da Ucrânia apontam que as forças russas dispararam quatro mísseis de cruzeiro e 332 drones de ataque durante o período noturno. As autoridades militares confirmaram a interceptação ou destruição de todos os mísseis e de 289 aeronaves não tripuladas.

Essa modalidade de bombardeio direcionada à rede elétrica costuma se intensificar com a proximidade do inverno, em uma estratégia recorrente no conflito. O intuito é enfraquecer a resistência de Kiev ao deixar os civis sem acesso a aquecimento e água potável, enquanto autoridades locais apontam que Moscou armazena mísseis balísticos para novas ofensivas.

Diante do cenário, Zelensky apelou para que aliados pressionem por novas penalidades internacionais contra o governo russo. Na véspera, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que suspendeu um pacote abrangente de restrições econômicas direcionadas à Rússia.

Ao comentar a medida adotada em Washington, o líder ucraniano classificou a decisão como lamentável, embora tenha evitado direcionar críticas pessoais diretas ao colega americano.

O contexto internacional e as repercussões de decisões executivas de potências globais continuam a moldar o panorama geopolítico da guerra, enquanto o governo ucraniano busca manter o suporte internacional para conter o avanço militar russo e proteger sua infraestrutura vital.

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