Meta garante ao TSE cumprimento de ordens e isonomia entre candidatos
Empresa proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp apresentou defesa após cobrança da Justiça Eleitoral sobre neutralidade.
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Empresa proprietária do Facebook, Instagram e WhatsApp apresentou defesa após cobrança da Justiça Eleitoral sobre neutralidade.
Empresa dona do Facebook e do Instagram registra faturamento recorde com impulsionamento eleitoral, enquanto enfrenta acusações de favorecimento e falhas técnicas.
Ação acusa a Meta de manipulação algorítmica e favorecimento ao candidato da oposição durante o processo eleitoral.
Ministro Marco Aurélio Bellizze estabeleceu prazo de 24 horas para a empresa garantir tratamento igualitário aos candidatos.
Ministro estabeleceu o limite de 24 horas para que a empresa comprove o cumprimento de medidas de igualdade na distribuição de conteúdos eleitorais.
Representantes das empresas apontam que o avanço da inteligência artificial torna a verificação de áudios e vídeos em julgamentos cada vez mais complexa.
Medida do Tribunal Superior Eleitoral estabelece multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.
Plataforma federal registrou mais de 73 mil reclamações por suspensões indevidas de contas no Facebook e Instagram entre janeiro e setembro de 2026.
Corte eleitoral determinou, por unanimidade, que a big tech evite restrições e tratamento desigual a candidatos nas redes sociais até o fim do segundo turno.
Empresa respondeu aos questionamentos do Tribunal Superior Eleitoral e atribuiu suspensões a erros em sistemas.
A empresa prestou esclarecimentos ao Tribunal Superior Eleitoral e negou qualquer tipo de interferência deliberada no processo eleitoral brasileiro.
Ministro Marco Aurélio Bellizze estabeleceu multa diária de R$ 500 mil e regras para o uso de inteligência artificial pela Meta às vésperas do segundo turno.