Julgamento de acusado pela morte de sargento da PM é marcado para novembro
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a decisão de levar o réu a júri popular pelo homicídio ocorrido em Belo Horizonte.
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O Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a decisão de levar o réu a júri popular pelo homicídio ocorrido em Belo Horizonte.
Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, foi baleado após agentes confundirem seu celular com uma arma de fogo.
Em interrogatório judicial, réu culpou peritas por armação, criticou a vítima e teve conduta questionada pelo Ministério Público.
Crime ocorreu na zona rural de Tauá e mobilizou forças de segurança estaduais nesta terça-feira.
Suspeito foi detido em um campus universitário em Imperatriz enquanto tentava realizar a prova no lugar de outro inscrito.
Suspeito de atirar contra oficial do Batalhão de Choque teria recebido missão de facção criminosa para conseguir aposentadoria do crime.
Ocorrências envolvendo a atuação de agentes de segurança em São Paulo e na Bahia ganham destaque na imprensa.
Agentes do 18º BPM confundiram uma abordagem realizada por colegas do Bope com uma ação criminosa devido à baixa luminosidade na zona oeste.
Disparos ocorreram na manhã de domingo após equipes do Bope e do 18º BPM se confundirem com criminosos na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
Ação do Bope encerrou o sequestro de 13 crianças, que foram resgatadas sem ferimentos graves após horas de tensão no bairro São Braz.
Ação conjunta das forças de segurança no bairro São Braz garantiu a segurança de 13 crianças após a invasão de um homem armado.
O policial militar foi formalmente acusado pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e falsidade ideológica após confessar o assassinato.